Espaço renovado para as orquídeas
7/2/2014

dOrquidário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro reabre para o público na quinta feira, dia 13 de fevereiro, às 12h, com muitas novidades.

O Orquidário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro reabre ao público após quase um ano em obras. O espaço foi todo recuperado – do telhado à qualidade do solo, do formato original dos canteiros ao sistema de aproveitamento de água da chuva para o lago. A reforma foi realizada com recursos orçamentários do JBRJ, enquanto a manutenção da coleção tem patrocínio de Antonio Bernardo.

Coleção – Uma das novidades é a mudança da concepção paisagística e da coleção. Serão incluídos alguns grupos de plantas que farão contraste com as orquídeas, ajudando o visitante a perceber como elas se distinguem na diversidade do mundo vegetal.

“Teremos, por exemplo, podocarpos, que são pinheiros e não têm flores, bem como cicadáceas, que são espécies muito antigas, da era dos dinossauros. Nossa ideia é mostrar que as espécies não vivem isoladas e que cada uma tem sua maneira de sobreviver, de se reproduzir”, explica a curadora Maria Marta de Moraes.

Esse pano de fundo formado por outros grupos servirá também para ressaltar a beleza das orquídeas. Estarão em exposição espécies bem conhecidas do público como vandas, dendrobium gramatophyllum, angraecum, baunilha, bem como outras de especial interesse, como a coleção de sobrálias trazidas para o Jardim Botânico por Barbosa Rodrigues (1842-1909) e plantas coletadas nas reservas de Tinguá, Ilha Grande, Serra dos Órgãos e Restinga de Massambaba.

Mais espaço – Outra novidade é que o espaço do Orquidário aberto ao público foi ampliado. Além da estufa principal, as plantas estarão expostas também na área ao lado, conhecida como “ripado”, que antes era fechada. São mais 360 m2 para visitar e apreciar a beleza das orquídeas.

Exposição – O público poderá conhecer ainda a história do Orquidário, que remonta ao século XIX. Em transparências no centro da estufa principal, cercado por um lago com plantas aquáticas, estarão em exibição fotos antigas e a biografia de Barbosa Rodrigues – que dirigiu o JBRJ de 1892 a 1909 e estudou as orquídeas.

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